Hoje aconteceu a stunt fest. Na verdade eu acabei de chegar e tenho muito pra colocar em palavras.
A festa foi muito boa, típica festa européia, todo mundo dançando em cima do balcão, todo mundo no clima de partytime. Mas o meu irmão resolveu ficar doente e não foi pro centro, fiquei preocupada com o que meus pais iam dizer se eu fosse pra casa sozinha, então resolvi ir cedo, pra que o problema fosse menor. Eu poderia ter esperado a festa acabar e vindo com alguém, mas eu simplesmente não pensei nisso.
Vim pra casa, e no caminho vim me cobrando as lágrimas - eu tava sozinha. Voltando pra casa de bicicleta, de madrugada, sozinha. Coloquei o fone no ouvido e vim o mais rápido que eu pude. No meio do caminho, parei em um pub e pedi uma água, não me cobraram. Ser brasileiro sempre te da vantagens.
Continuando, eu lembrei do quanto eu quis estar aqui, de todas as vezes que eu ficava tentando imaginar como ia ser, o que eu ia passar... por vezes senti medo, por vezes senti a ansiedade, e por vezes não consegui sentir nada. E então me senti feliz, me senti no intercâmbio. Me vi sozinha, no caminho de volta pra casa, escuro. Mas me senti, muito, forte. Muito mais do que eu já tinha sentido.
De novo me cobrei as lágrimas, mas dessa vez foi de felicidade, de orgulho de mim mesma.
A festa foi muito boa, típica festa européia, todo mundo dançando em cima do balcão, todo mundo no clima de partytime. Mas o meu irmão resolveu ficar doente e não foi pro centro, fiquei preocupada com o que meus pais iam dizer se eu fosse pra casa sozinha, então resolvi ir cedo, pra que o problema fosse menor. Eu poderia ter esperado a festa acabar e vindo com alguém, mas eu simplesmente não pensei nisso.
Vim pra casa, e no caminho vim me cobrando as lágrimas - eu tava sozinha. Voltando pra casa de bicicleta, de madrugada, sozinha. Coloquei o fone no ouvido e vim o mais rápido que eu pude. No meio do caminho, parei em um pub e pedi uma água, não me cobraram. Ser brasileiro sempre te da vantagens.
Continuando, eu lembrei do quanto eu quis estar aqui, de todas as vezes que eu ficava tentando imaginar como ia ser, o que eu ia passar... por vezes senti medo, por vezes senti a ansiedade, e por vezes não consegui sentir nada. E então me senti feliz, me senti no intercâmbio. Me vi sozinha, no caminho de volta pra casa, escuro. Mas me senti, muito, forte. Muito mais do que eu já tinha sentido.
De novo me cobrei as lágrimas, mas dessa vez foi de felicidade, de orgulho de mim mesma.

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